50 Segredos das pessoas que nunca adoecem

Cinco povos ao redor do mundo se destacam pela longevidade: eles vivem, em média, dez anos a mais do que o restante da humanidade. Conheça agora seus principais hábitos de vida.

Gene Stone teve a oportunidade de escrever sobre inúmeros tratamentos adotados com sucesso para curar doenças. Porém, continuava ficando de cama. “Também notei que havia populações em que as pessoas nunca ficavam doentes. Então me ocorreu que eu devesse perguntar a essas pessoas o que elas faziam”, disse Stone em entrevista à VivaSaúde.

As respostas estão no livro Os segredos das pessoas que nunca ficam doentes, recém-lançado nos EUA. Em suas andanças, Stone percebeu que cinco povos eram os mais saudáveis: a Barbagia, na Itália; Okinawa, no Japão; a comunidade dos Adventistas do Sétimo Dia, na Califórnia; a Península de Nicoya, na Costa Rica; e a ilha grega de Ikaria.

Outro americano, Dan Buettner, escreveu sobre o tema em um livro que virou best-seller: Blue Zones: lições de pessoas que viveram muito para quem quer viver mais. Ambos os autores nos ajudaram a traduzir as experiências dessas pessoas. Confira 50 dicas eficazes, comentadas por 21 especialistas brasileiros.

1. Beber água mesmo sem ter sede

]a água está para o corpo humano assim como o combustível para o carro. Isso porque, sem manter os nossos níveis hídricos sempre abastecidos, todo o organismo sofre. O líquido ajuda a aumentar a saciedade, evitando compulsões que podem levar ao sobrepeso e ao aparecimento de diversas doenças, ao mesmo tempo que mantém a saúde do sistema renal. “É o baixo consumo de água que resulta em urina concentrada e na maior precipitação de cristais, justamente o que leva à formação das pedras nos rins”, adverte a nutricionista amanda epifânio Pereira, do Centro Integrado de Terapia Nutricional. sucos naturais, chás e água de coco também podem ser usados.

2. Ir ao dentista regularmente

A boca é como um espelho a refletir a saúde do organismo. Daí a importância de permitir que um profissional a examine a cada seis meses. “Muitas doenças sistêmicas, como diabetes, alterações hormonais e lesões cancerígenas podem ser detectadas numa consulta de rotina”, diz o periodontista Cesário Antonio Duarte, professor da Universidade de São Paulo (USP). Além disso, o tratamento das cáries deixa o organismo protegido contra inúmeras doenças. “Cáries não tratadas podem se tornar a porta de entrada para micro-organismos, que poderão atingir órgãos nobres como coração, rins e pulmões”, alerta o especialista.

3. Ingerir mais nozes

Bateu aquela fome de fim de tarde? Experimente comer duas unidades de nozes todos os dias. Esse é um dos segredos dos Adventistas da Califórnia. Cerca de 25% deles comem nozes cinco vezes por semana. E diminuíram pela metade o risco de problemas cardíacos.

4. Temperar com alho

“Ele melhora a saúde do coração, diminui os níveis de colesterol, a pressão arterial e potencializa as nossas defesas”, afirma a nutricionista funcional Gabriela Soares Maia.

5. Comprar alimentos regionais

Se puder privilegiar alimentos produzidos na sua região, sua saúde sairá ganhando. Isso porque os produtos da safra, que não recebem uma grande quantidade de conservantes, em geral, são muito mais ricos em nutrientes. Agora, se você puder ir pessoalmente à feira ou à quitanda do bairro, tanto melhor.

 

OUTROS: http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/93/artigo205423-1.asp

 

FONTE: UOL

Quanto custam os sorrisos perfeitos dos famosos?

Com as novelas antigas no ar no canal Viva, fica claro (sem trocadilho) que os dentes dos atores nunca foram tão brancos

(OS PREÇOS COLOCADOS NA MATÉRIA SÃO SUGESTÕES DO IG, E NÃO TEM RELAÇÃO COM OS PREÇOS PRATICADOS COM DR. ANDRADE NETO)

Enquanto alguns têm o privilégio natural de uma boca repleta de dentes alinhados e sem defeitos, outros têm simplesmente… um ótimo dentista! O fato é que, na tela da TV, todos os sorrisos são perfeitos. “O sorriso se tornou um valor social”, diz Fábio Bibancos, o “dentista das estrelas”, com uma lista de pacientes que inclui Ana Paula Arósio, Rodrigo Lombardi, Marco Ricca, Fábio Assunção, Marcello Antony, Sthefany Brito e Bárbara Paz. “Um bom sorriso impacta no trabalho e na vida, seja você artista, jornalista ou médico. As pessoas perceberam que não adianta só botox, que dentes cuidados dão um ar mais jovem, e estão indo mais ao dentista e menos ao dermatologista.”

Veja também: Antes e depois, a transformação dos sorrisos dos famosos

Leia mais: tire suas dúvidas sobre clareamento dos dentes

Foto: Divulgação/TV Globo Ampliar

Rodrigo Lombardi conquistou no consultório o seu sorriso de galã: “Antes do Bibancos os meus dentes pareciam caco de vidro no muro”, conta ele

Agora que as novelas antigas estão no ar no canal Viva, é fácil perceber como aumentou a preocupação com os dentes. “Nos anos 80 não havia essa exigência, todo mundo fumava, não tinha tantos recursos tecnológicos, não existia essa figura do dentista estético. Glória Pires e a Lydia Brondi, que eram as gatas da minha geração, tinham dentes escurecidos“, lembra Bibancos.
Atualmente, o único obstáculo para desfilar um lindo sorriso é o custo alto. “Continua caro, mesmo para a classe média. Um sorrisão pode custar entre R$ 20.000 e R$ 30.000”, contabiliza.

APARELHO E CLAREAMENTO
Ator e dentista, Carlos Machado cuida dos dentes de Ingrid Guimarães, Heloisa Périssé e Monique Evans. Segundo ele, um dos tratamentos mais procurados pelos famosos é o clareamento, que varia de R$ 500,00 (o caseiro) a R$ 2.000,00 (a laser). Para consertar o alinhamento dos dentes, há um aparelho que é colocado por trás dos dentes, com a vantagem de não aparecer. “O aparelho é muito usado para melhorar a mordida e, no caso dos artistas, para alargar o sorriso. Isso projeta os lábios e deixa as pessoas mais novas. Funciona como um botox, um preenchimento.”

Com a ajuda de um especialista que não quis ter sua identidade revelada, o iG Gente fez um diagnóstico do tratamento a que cada famoso recorreu, com o custo equivalente. Confira:

Foto: Reprodução/Rede Globo

Bárbara Paz fez uma restauração chamada faceta, espécie de unha postiça em que se cobre cada dente com uma face de porcelana. Custo: R$ 1.300 por dente.

Foto: Divulgação/TV Globo

De Porcina para a Clô Hayalla, ambas no ar atualmente, Regina Duarte deu um trato no sorriso: fez faceta nos dentes superiores e inferiores.

Foto: Divulgação/TV Globo Ampliar

Dalton Vigh corrigiu todas as imperfeições do seu sorriso com facetas em todos os dentes. O custo de um sorriso perfeito vai de R$ 20.000 a R$ 30.000

Foto: Divulgação/TV Globo Ampliar

Deborah Secco usou aparelho para consertar o alinhamento dos dentes, depois fez clareamento e faceta nos dentes já clareados. Aqui, além do custo, leva tempo chegar lá

Foto: Reprodução Ampliar

Catherine Zeta-Jones fez faceta em todos os dentes. A restauração pode ser feita com porcelana (R$ 1.300 por dente) ou resina (R$ 1.100 por dente)

Foto: Reproduçao TV Globo Ampliar

Glória Pires usou aparelho, fez faceta e plastia gengival, cirurgia na gengiva para aumentar o tamanho dos dentes. Cada emiarco (metade do arco dentário) custa R$ 4.000

Foto: Divulgação/TV Globo

Cuoco cobriu os dentes com facetas, feitas sob medida para cada sorriso. Leva-se em consideração a distância entre a ponta do nariz e o queixo e o espaço interno da boca

Foto: Reprodução

Drew Barrimore fez clareamento nos dentes. No consultório, o tratamento custa de R$ 500 a R$ 2.000,00 (a laser). Tem também as opções vendidas na farmácia

Foto: Reprodução/Rede Globo

Ingrid Guimarães recorreu a uma cirurgia ortognática, para avançar a arcada superior. O custo da intervenção é de cerca de R$ 30.000, com hospital.

Fonte: IG/Gente

Clareamento dental sem orientação pode causar danos irreversíveis.

Vendidos livremente por algumas lojas de produtos odontológicos, clareadores podem causar inflamação na gengiva e hipersensibilidade nos dentes

Kits de clareamento dental, à venda por valores que variam entre 100 e 200 reais, parecem simples de usar e inofensivos. A empresária carioca Cristiana Marroig, 28 anos, acreditou na promessa de dentes mais brancos e acabou comprando uma caixa com o kit clareador em um dos shoppings mais tradicionais do Rio de Janeiro. Em apenas dois dias, os resultados apareceram. Mas não os que ela esperava. O produto trouxe gengivas inflamadas, sangramento e manchas em toda a arcada dentária. O gel e a moldeira usados por Cristiana não foram aprovados por um dentista. A venda do produto, liberado para o comércio no Brasil, também não foi devidamente supervisionada. O pequeno experimento da empresária por pouco não terminou em uma série de sequelas graves e irreversíveis – e em muita dor. Com um agravante: tudo estava devidamente dentro da lei.

A empresária carioca Cristina Marroig, 28 anos:  uso de kit caseiro causou inflamação nas gengivas, sangramento e manchas nos dentes. 

A empresária carioca Cristina Marroig: uso de kit caseiro causou inflamação nas gengivas, sangramento e manchas nos dentes

 

O material pode ser comprado pela internet ou em lojas especializadas. Alguns kits são mais completos e já vêm, além do gel clareador, com uma moldeira que, após amolecida em água quente, pode ser encaixada na arcada dentária. Em seguida, basta colocar um punhado do gel da bisnaga e encaixar na boca. O processo, contudo, é desencorajado pelo Conselho Federal de Odontologia (CFO), que considera a prática uma autoprescrição tão perigosa quanto o consumo indiscriminado de medicamentos. “O teor abrasivo desses clareadores é perigoso quando usado sem orientação profissional. Ele pode danificar o esmalte do dente”, diz Marcos Luis Santana, do CFO.

Riscos — Os riscos do clareamento dental caseiro sem orientação são muitos. Vendido em concentrações variadas, o peróxido de carbamida (substância do gel) tem de ser administrado de acordo com as necessidades pontuais de cada paciente. Um gel muito forte pode ser agressivo e doloroso para uma pessoa com dentes muito sensíveis, por exemplo. De acordo com Mauro Piragibe, da Associação Brasileira de Odontologia (ABO), há grandes chances do produto vazar da moldeira e entrar em contato com as mucosas da boca. Ele pode causar perda de papila (gengiva entre os dentes), retração de gengiva (deixando a raiz à mostra) – ambos reversíveis apenas com enxerto -, inflamações da bochecha e dos lábios e até piorar casos de gastrite e úlcera gástricas. “Isso acontece porque a moldeira não é bem feita. Para esse tipo de tratamento, ela precisa ser feita dentro de um consultório, de maneira personalizada, com o formato exato dos dentes do paciente. Só assim os riscos do gel vazar são mínimos”, diz.

Sem controle — Os clareadores dentais não têm venda restrita no Brasil, desde que sejam registrados pela Anvisa. Para conferir, basta se certificar que o produto tenha o símbolo do órgão federal na embalagem. Apesar de ser facilmente encontrado em sites de venda na internet, algumas lojas especializadas só comercializam os produtos para dentistas com registro profissional. Mas fazem isso somente em cumprimento a uma recomendação do Conselho Federal de Odontologia, sem força de lei. O CFO requer há muito tempo que a venda seja feita exclusivamente a especialistas da área.

Em julho de 2009, a diretoria do conselho enviou um ofício à Anvisa solicitando novos estudos sobre a comercialização dos clareadores. “Queremos que seja criada uma Câmara Técnica de Discussão sobre a Odontologia. Um local específico para se discutir a venda de produtos e materiais de uso odontológico”, diz Marcos Luis Santana, que representa o CFO na Anvisa. O órgão federal, em resposta, afirmou que tal instância para discussão já existe e é representada pela Associação Brasileira de Odontologia. “Mas queremos algo específico que discuta mais de perto o problema da venda desses produtos. Estamos preparando um segundo ofício para pedir uma reunião com a diretoria da Anvisa”, diz Santana.

No consultório — Há dois tipos de clareamento mais seguros, ambos feitos sob a supervisão de um dentista. O primeiro deles, chamado de caseiro, tem basicamente o mesmo princípio do que vem sendo feito sem orientação, mas, além de contar com uma moldeira feita por um protético, o paciente usa o gel na concentração indicada pelo dentista. “Em alguns casos a pessoa não tem nem indicação para o clareamento, simplesmente porque o dente dela não vai clarear ou porque ela tem cárie, machucados na gengiva, restauração, tártaro ou alergia ao produto”, diz Carlos Rocha Gomes Torres, professor da Faculdade de Odontologia da Unesp de São José dos Campos. Mas há casos mais delicados. Algumas pesquisas apontam, por exemplo, que, se o fumante fizer clareamento, o produto pode aumentar as chances de câncer de boca.

Já o clareamento com o uso de laser ou de LED (uma tipo de luz alternativa ao laser) é mais indicado aos indivíduos que esperam um resultado mais rápido. O uso de luz, no entanto, pode estar com os dias contados. Segundo Mauro Piragibe, da ABO, há estudos em andamento que mostram que o uso de luz pode aumentar, em média, 2˚C a temperatura da polpa do dente. “Pesquisas recentes apontam que isso pode causar danos futuros”, diz o especialista.

Fonte: Revista Veja